Setor Público

Redes sociais e o Governo: como atingir a eficiência da Comunicação

Por 22 de outubro de 2019 Sem comentários

O Governo, em sua essência, representa a sociedade em que está inserido, servindo aos interesses públicos por meio da prestação de serviços e de contas para a ela. Assim, é de extrema importância que os governos criem frentes que permitam que suas atuações se deem em parceria com o cidadão.

Dessa forma, o governo brasileiro busca fortalecer a sua relação com a sociedade por meio das redes sociais e plataformas digitais, reconhecendo que esses instrumentos são capazes de quebrar barreiras, promovendo o diálogo e buscando sugestões para políticas governamentais. Nessa linha, para que ele não perca a sua governabilidade e não se torne ultrapassado, é imprescindível que o governo se adeque às novas tendências, adaptando as suas estruturas conforme essas mudanças.

Mudança para o meio digital

Atualmente, existe um movimento de abandono das práticas e processos realizados em papel para aterrissar no meio digital. Nesse sentido, o C-Government (Conventional Government), governo burocrático convencional, com atendimento de oito horas por dia e durante cinco dias por semana, opera com o E-Government (Electronic Government). Neste último, é realizada uma reengenharia de processos usando tecnologia de informação, de forma a disponibilizar serviços prestados 24 horas por dia e todos os dias da semana, além da possibilidade de o cidadão poder acessá-los de qualquer local. Dentro disso, surge também o M-Government (Mobile Government), com o objetivo de tornar os serviços ainda mais práticos e eficientes, por meio da integração com dispositivos móveis, com a garantia de facilidade de acesso.

Com a nova era do E-Government, os processos passaram a ser digitais e única porta, contando com um sistema integrado de dados e opções mais diversas de canais de comunicação, além de possibilitar programas mais customizado para as necessidades do cidadão.  A tecnologia no governo serve para trazer eficiência tanto nos processos de atendimentos e serviços, quanto para a comunicação interna e externa. Ademais, há uma recente inserção do governo em redes sociais como Instagram e Facebook, de forma a facilitar a divulgação dos projetos que estão sendo feitos e aproximar a comunicação do cidadão com os órgãos administrativos.

A partir disso, é notável a existência de uma certa preocupação e interesse do Estado ao tratar de inovações nas formas de comunicação, mas ainda faltam investimentos e melhor elaboração de planos estratégicos nesse âmbito por parte do governo.  Nesse sentido, a Consultoria Júnior Pública atua com o projeto de Plano de Comunicação, auxiliando o cliente a consolidar um planejamento condizente com as demandas do público-alvo e com a mensagem que a organização tratada deseja transmitir.

Plano de Comunicação

No vetor de comunicação da CJP, a ferramenta mais conhecida é o Plano de Comunicação. Este item de portfólio é guiado por algumas perguntas que são o centro da comunicação que está sendo planejada, sendo essas: quem (público-alvo), o quê (a mensagem e o seu formato), quando (variáveis temporais em questão), por quê (objetivos pré-definidos e o resultado almejado), como (a forma da comunicação e os canais utilizados) e por quem (responsáveis por cada mensagem).

A equipe de consultores responsável pela elaboração do plano de comunicação divide o projeto em três etapas. A primeira delas é a “Definição de Objetivo”, contando com um estudo de público-alvo e posicionamento atual. O propósito é entender como a comunicação vigente funciona, coletando o máximo de informações úteis. Feito isso, são definidos os micros e macros objetivos da comunicação e se esta será focada no âmbito interno ou externo, visando resultados futuros. A segunda fase é a da “Definição dos Canais de Comunicação”, que ocorre partindo da elaboração do perfil de cliente que deseja ser atingido, para então optar pelo canal de comunicação que será mais eficiente para tal alcance e credibilidade. O objetivo principal dessa fase é dirigir-se rumo a otimização do processo.  A terceira e última fase á a do “Plano de Ação e Cronograma”, que define os objetivos do plano de comunicação para consolidar a sua estratégia, com foco na avaliação do processo. É importante ressaltar que a estratégia deve estar pautada em metas mensuráveis e bem estabelecidas ao longo do tempo.

Em suma, considerando a importância da presença do ente governamental em redes sociais de fácil acesso para acompanhamento e participação constante dos cidadãos na elaboração de novas políticas, a Consultoria Júnior Pública realiza o projeto de Plano de Comunicação, possibilitando a aplicabilidade de uma comunicação eficaz dentro da esfera pública.

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