Setor Social

Por que sua ONG precisa de Indicadores e como elaborá-los?

Por 28 de dezembro de 2019 Sem comentários

Ao início de cada gestão, ONGs revisitam sua Estratégia de Gestão com o intuito de atualizar seus objetivos e diretrizes estratégicas para então traçar um planejamento a ser aplicado e seguido ao longo da gestão. Os Indicadores servem como parâmetros para medir a capacidade da organização de cumprir de maneira eficiente com tais objetivos e diretrizes estratégicas. Dessa forma, os Indicadores possibilitam à ONG entender melhor como está ocorrendo a execução da Estratégia em prática, permitindo que os gestores avaliem o crescimento da instituição e o impacto social promovido pelos serviços prestados à sociedade
civil.

Indicadores podem ser elaborados de diversas maneiras desde que consigam, de maneira eficiente, avaliar o desempenho da instituição e seu alinhamento às diretrizes da Estratégia de Gestão. Em geral, é possível elaborar Indicadores a partir de questionamentos relacionados ao desempenho da ONG. Sendo assim, entre os principais Indicadores, vale destacar aqueles que medem:

● Alinhamento Estratégico (até que ponto a ONG segue o que foi planejado para a
gestão?);
● Produtividade (até que ponto a ONG consegue realizar serviços com bom
custo-benefício e alta eficiência?);
● Qualidade de Serviço (até que ponto a ONG consegue entregar serviços satisfatórios
aos clientes e competitivos em relação ao mercado?);
● Capacidade de Execução de Serviços (até que ponto a ONG consegue concluir todos
os projetos que inicia sem ocorrer sobrecargas?) e;
● Grau de Turnover (até que ponto a ONG consegue engajar os membros ao ponto de
ter baixa rotatividade de voluntários?).

Os Indicadores são, portanto, responsáveis por promover um meio pelo qual os gestores da ONG consigam acompanhar a execução da Estratégia de Gestão e o crescimento da instituição tanto interno como externo. Por conseguinte, através dos Indicadores, os gestores são capazes de quantificar a eficiência e cumprimento da Estratégia vigente, além de ponderar sobre o desenvolvimento de novas metas e adaptação de expectativas de crescimento ao longo de uma gestão.